sábado, 17 de setembro de 2011

Frango com paio, temperados com limão

Quando faço comida no fogão a lenha, dou um jeito de aproveitar ao máximo, justificando assim, a queima da lenha.
Uma das consequências, é o aquecimento da água, que também é uma forma de economia de energia elétrica.
O forno é excelente e bem mais rápido que o do fogão a gás.

Ingredientes
1 quilo de peito de frango;
1 quilo de coxinhas da asa ou sobrecoxas de frango;
1 quilo de paio, cortado em pedaços;
3 cebolas cortadas em rodelas;
Suco de 2 limões;
Temperos a gosto (sal, louro, funcho, pimenta...)

Temperar bem os pedaços de frango e deixar descansar por, pelo menos, 1 hora.
Juntar os pedaços de paio e levar ao forno, em forma forrada e coberta com uma folha de alumínio (o lado brilhante para dentro).
Deixar aproximadamente 1 hora.
Acrescentar algumas batatas, retirar o alumínio e deixar até dourar.








sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Lembra da porta que virou mesa?

Eu descobri, arrumando o quartinho de despejo lá no Canto do Tico-tico, alguns cacos de azulejo que sobraram.
Das prateleiras que a Maria Alice me deu (depois eu conto a história das coxinhas), sobraram duas...
Uma semana de férias e tempo livre pra fazer o que quisesse... Algum dia, acho que vou viver assim!
Quer ver no que deu?







quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Um jeito fácil...e gostoso... de conhecer a história do Brasil

Recebi, por e-mail, o link do trailer da nossa série 'No Compasso da História - A História Cantada do Brasil' no YouTube.  
A nova série da MultiRio, que estreou domingo (dia 4), promete realizar o encontro perfeito entre a História e a música. Apresentado pela cantora Joyce Moreno, No Compasso da História promove encontros musicais que cantam e contam os acontecimentos históricos do Brasil, retratados, inclusive, com farta documentação.
A série terá 15 episódios, com 52 minutos cada, que apresentam desde a construção da identidade brasileira nos anos coloniais até as últimas décadas do século XX.
Em cada episódio, compositores, intérpretes, instrumentistas e especialistas serão convidados para, junto com a apresentadora, viajar na trilha dos acontecimentos que marcaram o país.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Ensaios

Não me pergunte como se chama esta técnica... não faço a mínima idéia!
Lembro-me que, quando fiz o curso normal (pois é, sou "normalista"!) aprendi que um dos tipos de aprendizado dá-se por tentativa e erro.
Seria ótimo nascer sabendo, fazer cursos de tudo o que tenho vontade, ter acesso a materiais e técnicas sofisticadas. Não é meu caso! Não tenho tempo nem dinheiro para isso.
Então, na tentativa e erro, com o que tenho à mão, vou decorando meu cantinho. Como diz o Saulo, meu irmão: "Vai gostar de cor!!!!!"
E tudo vira história, e tudo vira um mimo, uma peça de estimação.
A velha cadeirinha da dona Zita 
ganhou cor e flores

Como disse, da tentativa e erro, surgiram as flores... adorei!!!


Fui comprar uns mourões para fazer os degraus na entrada da casa e achei esse banquinho de escola jogado em um canto. Com o jeitinho mineiro de fazer negócio, acabei ganhando o banquinho que não conseguia ficar em pé e não tinha todas as tábuas do assento.
Com o talento do "seu" Geraldão  ele ganhou novos apoios, e as tábuas que faltavam no assento e na "mesinha", mesmo que a madeira deixasse muito a desejar...
 Nessa minha curta semaninha de férias, depois de passado tanto tempo, ganhou um pintura nova (meu jeito de fazer uma pátina rápida e fácil) e, é claro, flores!
Antes.
O começo do renascimento.



Novinho em folha!






domingo, 11 de setembro de 2011

Pão de forma

De volta ao mundo real...
Amanhã, acordar cedo e correr pro trabalho! (Até parece que não acordei cedo a semana inteira...) A grande diferença é que, durante uma semana, só a minha vontade contava. Nenhuma obrigação! Só vontade!
E como trabalhei!!!!
Pra começar a semana, saindo forno, um pão de forma quentinho, temperado com alecrim!

Ingredientes
2 colheres (sopa) de açúcar;
1 colher (sopa) de fermento biológico seco;
4 colheres (sopa) de água;
2 colheres (sopa) de manteiga, na temperatura ambiente;
2 xícaras (chá) de leite;
2 colheres (chá) de sal;
Farinha de trigo (aproximadamente 700 gramas);
Alecrim, tomate seco ou outras ervas e temperos a gosto.

Modo de fazer
Misturar o fermento, o açúcar e a água morna em uma vasilha e deixar fermentar por 15 minutos.
Em uma vasilha grande, juntar o leite morno, o sal, a manteiga e a mistura anterior.
Acrescentar a farinha aos poucos, sovando bastante.
(A massa não deve ficar muito dura. Um ponto bom, é quando começa a soltar das mãos).
Misturar o alecrim e levar às formas untadas, até a metade.
Deixar crescer até dobrar de volume e levar ao forno já aquecido (180º) até atingir a cor desejada.
Dá aproximadamente 3 pães.

Dica: Uma vasilha com água no forno, deixa o pão mais macio.




sábado, 3 de setembro de 2011

Vou-me embora pra Pasárgada

Pegando carona com Manuel Bandeira, mas só pra dizer que estou indo pro meu Canto do Tico-tico. 
Lá não sou amiga do rei, sou a própria rainha! 
Uma semana inteira pra eu fazer o que quiser. Até ficar sem fazer nada, se me der vontade!
E pra relembrar, aí vai como despedida, o poema anunciado: 


"Vou-me embora pra Pasárgada
Lá sou amigo do rei
Lá tenho a mulher que eu quero
Na cama que escolherei
Vou-me embora pra Pasárgada
Vou-me embora pra Pasárgada
Aqui eu não sou feliz
Lá a existência é uma aventura
De tal modo inconseqüente
Que Joana a Louca de Espanha
Rainha e falsa demente
Vem a ser contraparente
Da nora que nunca tive
E como farei ginástica
Andarei de bicicleta
Montarei em burro brabo
Subirei no pau-de-sebo
Tomarei banhos de mar!
E quando estiver cansado
Deito na beira do rio
Mando chamar a mãe-d'água
Pra me contar as histórias
Que no tempo de eu menino
Rosa vinha me contar
Vou-me embora pra Pasárgada
Em Pasárgada tem tudo
É outra civilização
Tem um processo seguro
De impedir a concepção
Tem telefone automático
Tem alcalóide à vontade
Tem prostitutas bonitas
Para a gente namorar
E quando eu estiver mais triste
Mas triste de não ter jeito
Quando de noite me der
Vontade de me matar
— Lá sou amigo do rei —
Terei a mulher que eu quero
Na cama que escolherei
Vou-me embora pra Pasárgada." 
Manuel Bandeira

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Uma por todas, todas por uma!

Trabalhar fora não é fácil! Ainda mais quando a gente tem tanta coisa pra fazer em casa! 
É jornada dupla, tripla, é preocupação que não falta e tempo que não sobra de jeito nenhum!
Privilégio, é trabalhar com uma equipe que iguala as diferenças, que prefere as pequenas vitórias de cada dia ao brilho individual.
Privilégio é estar, antes de tudo, entre amigas. O ombro amigo não tem preço! 
Saber que se o calo aperta, a palavra certa chega macia como uma luva!
E se, entre nós não há só flores, os acertos de conta são feitos com gentileza, serenidade (ou severidade, se o assunto pede!) e então, é esquecido, incinerado.
O que sobra é a amizade, a cumplicidade gostosa...
Os filhos de uma são os sobrinhos das outras; as netas (por enquanto, duas) são de todas! Tudo é partilhado (mães, maridos, afilhados, vizinhos), tudo é dividido (dores, preocupações, alegrias e conquistas). 
Não existe a hierarquia forçada, há o respeito, a consciência do trabalho a ser feito. Onde está a dificuldade, lá estarão as quatro. Cada uma com seu dom, sua aptidão. 
E o serviço é feito, com muita seriedade, entre risos e o último capítulo da novela.
O computador que não funciona, a mesa que perdeu a gaveta, o armário que precisa ser escorado, nada disso é importante, nada disso nos tira o bom humor!
Enfim! Sandra, Virgínia e Zana, obrigada por deixarem meu dia mais leve.
A honra de trabalhar com vocês só se iguala à felicidade de tê-las por perto! Sempre!



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