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segunda-feira, 23 de janeiro de 2023

Recomeçando...

Há tanto tempo que não escrevo nada que não dá nem pra ser uma retomada! É, sim, um recomeço! Tenho que aprender tudo de novo! E me atualizar sobre as mudanças... Mas, vamos lá!
Tanta coisa aconteceu e eu, com certeza, não sou mais a mesma! 
Era pra recomeçar no dia de meu aniversário de 65 anos, mas o computador pifou e eu não queria ter que parar tudo de novo, logo na primeira postagem! E já que o primeiro dia de um novo ano tem essa força de recomeço, renovação, aqui vamos nós...
Lendo uma postagem antiga, deparei-me com esta frase, que escrevi em 2015: 
E já que a gente também não pode nem pensar em parar, o jeito é encontrar novas formas de viver, no meu caso, procurando mais e mais a simplicidade. Muitas idéias que, espero, eu consiga por em prática. 
Terminei meu curso de gastronomia, me aposentei e me mudei pra "roça". Vida simples e, com certeza, uma forma bem nova de viver.
Busco leite no curral do vizinho, faço queijo, cuido de minhas plantas, tenho minha horta, sou dona do meu tempo! Sou livre pra fazer o que quiser (até ficar à toa, se tiver vontade)!


E continuo inventando coisas pra fazer e com muita vontade de aprender.
Uma coisa, em especial, tem tomado meu tempo: a arte da panificação! E, apesar do longo caminho pela frente, posso dizer que já aprendi muito! E vou continuar dividindo com vocês, esta e outras paixões! 

……………………………………………………………………………………………………………….

E já que a vida não pára, aqui estou eu de novo, quatro anos depois de ter escrito o que está acima, de volta a BH (na verdade, há quase três anos), ainda inventando modas e fazendo de cada dia um recomeço…
Sei até que os blogs saíram de moda mas, como nunca fui muito de seguir a fundo a moda, aqui vou eu de novo!










quinta-feira, 3 de setembro de 2015

"Casamento, modo de usar"

Tirado daqui, ó!
Achei tão bom, mas tão bom, que quero publicar aqui pra não perder mais!

"Case-se com alguém que adore te escutar contando algo banal como o preço abusivo dos tomates, ou que entenda quando você precisar filosofar sobre os desamores de Nietzsche.
Case-se com alguém que você também adore ouvir. É fácil reconhecer uma voz com quem se deve casar; ela te tranquiliza e ao mesmo tempo te deixa eufórico como em sua infância, quando se ouvia o som do portão abrindo, dos pais finalmente chegando. Observe se não há desespero ou  insegurança no silêncio mútuo, assim sendo, case-se.
Se aquela pessoa não te faz rir, também não serve para casar. Vai chegar a hora em que tudo o que vocês poderão fazer, é rir de si mesmos. E não há nada mais cruel do que estar em apuros com alguém sem espontaneidade, sem vida nos olhos.
Case-se com alguém cheio de defeitos, irritante que seja, mas desconfie dos perfeitinhos que não se despenteiam. Fuja de quem conta pequenas mentiras durante o dia. Observe o caráter, antes de perceber as caspas.
Case-se com alguém por quem tenha tesão. Principalmente tesão de vida. Alguém que não lhe peça para melhorar, que não o critique gratuitamente, alguém que simplesmente seja tão gracioso e admirável que impregne em você a vontade de ser melhor e maior, para si mesmo.
Para se casar, bastam pequenas habilidades. Certifique-se de que um dos dois sabe cumpri-las. É preciso ter quem troque lâmpadas e quem siga uma receita sem atear fogo na cozinha; é preciso ter alguém que saiba fazer massagem nos pés e alguém que saiba escolher verduras no mercado. E assim segue-se: um faz bolinho de chuva, o outro escolhe bons filmes; um pendura o quadro e o outro cuida para que não fique torto. Tem aquele que escolhe os presentes para as festas de criança e aquele que sabe furar uma parede, e só a parede por ora. Essa é uma das grandes graças da coisa toda, ter uma boa equipe de dois.
Passamos tanto tempo observando se nos encaixamos na cama, se sentimos estalinhos no beijo, se nossos signos se complementam no zodíaco, que deixamos de prestar atenção no que realmente importa; os valores. Essa palavra antiga e, hoje assustadora, nunca deveria sair de moda.
Os lábios se buscam, os corpos encontram espaços, mas quando duas pessoas olham em direções diferentes, simplesmente não podem caminhar juntas. É duro, mas é a verdade. Sabendo que caminho quer trilhar, relaxe! A pessoa certa para casar certamente já o anda trilhando. Como reconhecê-la? Vocês estarão rindo. Rindo-se."
Diego Engenho Novo

sábado, 29 de agosto de 2015

Faz muito tempo...

Sim! Faz muito tempo desde a última publicação!
Muita coisa aconteceu desde então! 
Eu penso que continuo a mesma - um pouquinho mais velha (assumindo meus cabelos brancos!), meio cansada, mas, ainda com muita vontade de aprender...
Para isso, acabei me matriculando em um curso de gastronomia. Um semestre já vencido, continuo animada para os 2 1/2 que faltam. Quem sabe sai alguma coisa daí?
Meu cantinho, lá em Moeda, está de cara nova e ainda se preparando para novas mudança! Como diz o Lenine, "a vida não para"! 
E já que a gente também não pode nem pensar em parar, o jeito é encontrar novas formas de viver, no meu caso, procurando mais e mais a simplicidade. Muitas idéias que, espero, eu consiga por em prática. 
Então, pra recomeçar, um pouco de "Paciência"...





quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Mousse de chocolate

Feliz ano novo!
Não estou meio atrasada? Dá tempo ainda, não dá?
Desejo a todos um ano novo repleto de realizações e que a gente tenha saúde para aproveitar ao máximo essas realizações!
Que a gente se permita sonhar sempre e faça de tudo para realizar esses sonhos!
Se o ano que passou começou meio esquisito, este ano começou com com a corda toda!
Para minha surpresa, aposentar foi mais fácil do que eu pensava!
Foi só agendar pela internet, comparecer ao posto do INSS escolhido por mim de posse de toda documentação e já saí de lá aposentada! E mais, retroativa ao dia do agendamento!
Apesar de continuar trabalhando (o salário ainda faz falta!) só a sensação de poder parar quando eu quiser já dá uma certa tranquilidade!
Fundo de garantia na mão mais o dinheiro da aposentadoria, eu que não nasci pra dondoca logo achei um lugarzinho pra exercer o meu poder ( lógico, estou me sentindo a PODEROSA!).  Uma terceira (ou quarta?) etapa  nos trabalhos lá no meu cantinho!
Daqui a uns dias mostro o resultado!

Enquanto isso, vamos falar de comida?
Pra começar nosso ano com o pé direito, nada melhor que uma mousse de chocolate!
A receita saiu daqui e garanto que é deliciosa! E muito fácil de fazer!


Ingredientes
200 gramas de chocolate amargo;
6 ovos;
1 pitada de sal.

Modo de fazer
Derreta o chocolate em banho-maria ou no microondas, potência média alta, para não queimar o chocolate.
Bata ligeiramente as gemas (para evitar que fique com cheiro de ovo, retire a pele das gemas, furando-a ou passando por uma peneirinha) e misture ao chocolate derretido.
Bata as claras (com a pitada de sal) em neve e vá misturando aos poucos ao chocolate.
Junte primeiramente 1/3 das claras ao chocolate, para amolecer a mistura que fica meio dura quando se acrescenta as gemas. Depois vá ajuntando o restante delicadamente para que a "espuma" não se desfaça.
Leve à geladeira por umas 3 horas.
Sirva gelada.

Nota: eu servi com uma calda de chocolate branco: aqueça uma caixinha de creme de leite, retire do fogo e acrescente 200 gramas de chocolate picado. Mexa bem até derreter completamente e acrescente uma colher (de sopa) de conhaque ou um licor de sua preferência.
Pode ser servida quente ou fria.


quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Esperando o Natal!

Muitas pessoas não gostam de Natal. Uns dizem que é comércio puro, outros falam de hipocrisia e outros ainda, que é uma festa desigual! Pode ser tudo isso, se a gente quiser!
Mas, pode ser diferente também, se a gente quiser! 
Pra mim, é ocasião de encontro, de partilha, é festa, é família! É ocasião de demonstrar carinho, gratidão. Não é o valor material que conta, é a vontade de agradar o outro. E nisso, a criatividade ajuda e a gente nem precisa gastar muito! 
Tempo de renovar esperanças, de acreditar que tudo pode melhorar. Otimista que sou, acredito na força de bons pensamentos, acredito na fé que move montanhas! 
É tempo de pensar em Deus! É tempo de ação de graças!

E para esperar o Natal, a gente se enfeita e enfeita a casa.
A minha árvore ( a mais divertida do mundo! - palavras da Emília) é a mesma desde 1988. De vez em quando surge um enfeitezinho diferente... Vale tudo, até brinde de supermercado! Já quis mudar mas, como acabar com a diversão?



E meu presépio (também da idade da árvore), tem coisa mais linda?


A última aquisição para compor a decoração foi a grade de um ventilador que não sobreviveu a um tombo.  Acabou virando uma guirlanda!








segunda-feira, 21 de outubro de 2013

O chapéu violeta...

Ou seria melhor, adoro dançar!
Hoje no serviço, dando início à semana do funcionário público, uma apresentação musical nos chamou a atenção.
Eu, que adoro dançar, não resisti e comecei a festa do lado de cá do palco.
E me lembrei de um texto que li há algum tempo e cujo autor desconheço.
Já o vi atribuído a Mário Quintana e a Cecília Meireles. A certeza que tenho é que não fui eu quem escrevi, mas ele se encaixa bem em mim, como um "chapéu violeta".

"Aos 3 anos: ela olha pra si mesma e vê uma rainha. 
Aos 8 anos: ela olha pra si e vê cinderela.
Aos 15 anos: ela olha e vê uma freira horrorosa. 
Aos 20 anos: ela olha e se vê muito gorda, muito magra, muito alta, muito baixa, muito liso, muito encaracolado, decide sair mas... Vai sofrendo...
Aos 30 : ela olha pra si mesma e vê muito gorda/ muito magra, muito alta/ muito baixa, muito liso/ muito encaracolado, mas decide que agora não tem tempo pra consertar então vai sair assim mesmo... 
Aos 40 : ela se olha.... Vê muito gorda, muito magra, muito alta, muito baixa, muito liso, muito encaracolado, mas diz: pelo menos eu sou uma boa pessoa... E sai mesmo assim... 
Aos 50 anos: ela olha pra si mesma e se vê como é...sai e vai pra onde ela bem entender... 
Aos 60 anos: ela se olha e lembra de todas as pessoas que não podem mais se olhar no espelho...sai de casa e conquista o mundo... 
Aos 70 anos: ela olha pra si e vê sabedoria, risos, habilidades, sai para o mundo e aproveita a vida... 
Aos 80 anos: ela não se incomoda mais em se olhar... Põe simplesmente um chapéu violeta e vai se divertir com o mundo... 
Talvez devêssemos por aquele chapéu violeta mais cedo..."


sábado, 28 de setembro de 2013

De repente 60?


Não! Felizmente, não!
Cada ano vivido, serviu para que eu possa ter a experiência que tenho hoje. 
Como uma fênix já renasci das cinzas muitas vezes e como uma borboleta, já explodi em côres outras tantas.
Tive filhos que me motivam, todos os dias, a querer ser uma pessoa melhor. E que seguem sendo o melhor de mim, o meu orgulho maior! E com eles a família cresce em alegrias e amor. E aos sessenta, esse amor aflora no cuidado e descoberta dos netos.
Conheço a razão para cada fio de cabelo branco!
Conheço a sensação, de alegria ou de tristeza, que ficou escondida bem no fundo de cada ruga!
Dos guisadinhos no quintal de casa, veio o gosto pela culinária.
Da primeira professora, o incentivo e a curiosidade que me fizeram arquiteta.
Sou da época da tabuada, já tive medo do Fortran e hoje, depois que descobri que a tecla "voltar" vale mais que dez aulas, mesmo que não conheça tudo de informática, sei que posso errar e corrigir e, com isso, aprender! Sei que posso sempre ir além.
Na vida, não temos a mesma teclinha mágica mas, pra cada erro, temos um recomeço, uma nova tentativa, várias caminhos pra se chegar ao mesmo lugar, ou a lugar nenhum, porque o importante é caminhar, seguir em frente. E tentar, tentar de novo, de novo e de novo! 
E aos sessenta, saber que a vida é isso - descupem o trocadilho, morrer tentando!



sábado, 18 de maio de 2013

Minha casa dá um livro!

Não sei se algum dia vou chegar em uma loja e comprar um móvel só porque precisei, ou quis comprar!
Aqui em casa, cada móvel tem uma história pra contar! Pra "eu" contar, é claro!
A mesa que estava escondida no brechó, o sofá que herdei da amiga mais perua que alguém possa ter! Ela é tão perua que nem se incomodava quando eu a chamava assim! Até gostava! (Faz um bom tempo que não a vejo).
Isso tudo só pra contar a história desse banquinho que resolvi fazer renascer, quase das cinzas.
O banquinho veio de brinde com a casa em que estou morando agora. Mas, foi há muito tempo, quando compramos a casa. Era o banquinho do sr. Schmidt, o alemão que contava com orgulho, cada detalhe da construção da casa. Era seu companheiro de trabalho, onde guardava as ferramentas com as quais fez, à mão, o corrimão da escada, por exemplo.
Logo morri de amores! Pelo banquinho e pelas histórias. Ele ganhou pintura nova, um assento acolchoado e passou a guardar "minhas" ferramentas: esquadros, compasso, transferidores, bailarinas e canetinhas. Coisas de arquiteto de antigamente, quando a gente nem sonhava com o Autocad e ficava feliz quando encontrava uma caneta Graphos, ainda mais antiga do que eu!
Eu me separei, me mudei de casa duas vezes, deixei móveis pra trás, mas o banquinho foi junto! Foi atacado por cupins, abandonado, esquecido em um canto qualquer de um quartinho de despejo.
Agora que voltei pra casa, ele voltou comigo e, nem sei bem porque, veio a vontade de dar-lhe uma cara nova, dar-lhe um lugar de destaque na casa que foi dele, muito antes de ser minha.
Um tratamento anti- cupins, o preenchimento dos buracos já visíves na estrutura, pintura nova, novo revestimento para o assento e, aí está ele!
Esperando pacientemente pra ver o que vai guardar desta vez...







quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Das voltas que a vida dá...

...ou, mudanças necessárias.
Este ano já começou diferente! Fim de um relacionamento de 8 anos, licença médica e agora, mudança de casa, ou melhor, de apartamento para casa. Uma casa onde já vivemos como uma família inteira.
Hoje, só parte dela retorna: os dois filhos solteiros e eu...
A casa é grande, cabe mais alguém? Claro que sim! Duas meninas simpáticas (amigas do meu filho) nos acompanham nessa aventura.
Dá um medinho? Claro que dá! Mas, como "coragem não é não sentir medo mas, enfrentá-lo", lá vamos nós!
Hora de empacotar coisas, jogar um bocado delas fora e deixar outras tantas em "banho-maria" até ter coragem de se desfazer delas também.
São lembranças reviradas, dores despertadas, alegrias revividas...
E no meio disso tudo, a gente se dando conta de que o tempo passa rápido demais e, ao mesmo tempo, parece que tudo já ficou tão distante!
Um novo recomeço...
Meu otimismo me leva a pensar que vai dar tudo certo!
Na bagagem, esperança...


terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Aniversário do blog...


Pois é, parece que foi ontem, mas já se passaram 2 anos!
Queria preparar algo diferente pra comemorar a data mas, o dia hoje foi curto!
E a notícia principal é que continuo de molho por mais um mês...
Vamos em frente e que Deus nos ajude!


sábado, 19 de janeiro de 2013

Um dia sem trabalhar...

Ontem, conversando com um motorista de taxi (ainda não estou dirigindo), perguntei-lhe se a esposa trabalha! "Trabalha sim"- respondeu orgulhoso! "Hoje em dia, se a mulher não trabalhar fica difícil!"
E me dei conta que nem nós, mulheres, valorizamos o trabalho duro que fazemos em casa.
E pensei nesses dias em que não estou indo "trabalhar"...
Quanta coisa já fiz! E sem poder muito contar com meu braço esquerdo (nunca mais digo que é um bobão e não serve pra nada!)...
Da arrumação dos armários, saiu uma roupa que não uso mais. A cor não me agrada muito. Resolvi dar uma nova oportunidade pra ela e a tarefa de hoje é tingir a dita cuja.
Acordo cedo, desço para me encontrar com aquela amiga fiel que fez o favor de trazer os documentos que tenho que levar para a perícia médica.
Penduro, no varal, a roupa que pus pra lavar ontem à noite, antes de ir dormir.
Já que estou acordada, telefono para o pedreiro (quem sabe ele ainda está em casa?) Bingo! Tudo combinado!
Atendo ainda a dois telefonemas, desço de novo para conversar com um cliente apressado e saio em busca da tinta!
Ah! Já que saio cedo, passo no banco pra pagar o IPVA. Descubro que venceu ontem o prazo pra pagar com desconto! Fazer o quê?...
Loja de artesanato, supermercado - não acho a tinta mas aproveito para comprar outras coisinhas -enfim, um armarinho (tá difícil encontrar um pela cidade!) e a tinta!!!! Na volta pra casa é que percebo o quanto andei e me distanciei...
Antes de sair, dei uma olhada no que fazer para o almoço, e vi que o freezer está precisando ser descongelado.
De volta, preciso comer alguma coisa enquanto desligo o freezer, pego uma panela pra por água pra esquentar, pego a roupa pra tingir... Pronto! Acabei de comer minha banana!
Enquanto a água esquenta, começo a preparar o almoço e dou uma olhadinha nos meus e-mails.
A roupa "cozida" e o almoço pronto!
Enxaguar, preparar o fixador, jogar a roupa no balde e por na máquina de lavar pra enxaguar de novo!
Dá tempo de almoçar rapidinho e ir pra fisioterapia?
Enquanto me sirvo, um barulho desvia meu olhar: uma placa de gelo cai dentro do freezer! Ai...ai... Antes de sair, dar uma ajudazinha para evitar que, na volta, encontre uma inundação na cozinha.
Pronto! Estou atrasada!
- Emília, me leve até lá!
Duas horas depois, volto na chuva, acabo de limpar o freezer (ainda bem que Emília arrumou a cozinha!).
O braço dói...
Mais uma blusa pra tingir e, finalmente, um tempo pra ver minha novelinha preferida, ler um pouco e escrever aqui, enquanto descanso!
 Descansar de que? Nem fui trabalhar!...

Antes...

Depois...



sábado, 29 de dezembro de 2012

Conversa entre amigas...

Sexta-feira à noite, lua cheia lá fora e eu aqui, passeando pelo facebook.
Ainda não posso sair pra dançar...
Uma amiga manda uma mensagem e o papo começa...
Entre um assunto e outro a gente acaba falando de homens, é claro!
E, enquanto a gente "conversa" damos uma olhadinha no "feed de notícias"...
-Olha esta que acabei de ler aqui:
"Homem é igual cabelo!
Num dia a gente prende, no outro solta.
Num dia a gente alisa, no outro enrola.
Dá uma cortada quando precisa...
Numa semana a gente amacia na outra, é só jogar de lado e ele fica ótimo!"

-Arranja outro cabelo...

-Acho que quero ficar careca!
  hehehe
-kkkkkkkkkk


-Fala a verdade! Cabelo dá um trabalho!!!

-O seu não !


-Se achasse um homem como o meu cabelo, até que encarava!
Ele realmente não me dá trabalho e fica do jeito que eu quero porque nunca quero ele muito diferente do que já é...
-Nossa ,aí agora vc apelou!
 Não existe!



-Então, vc já viu, né? Fico com meu cabelo, sem homem...
-Olha, essa conversa tá ótima pra você pôr no seu blog!

Feito!

domingo, 9 de dezembro de 2012

Pondo a conversa em dia...

Faz tempo que não apareço por aqui e resolvi voltar, logo hoje, com a mão esquerda imobilizada?
Vamos ver por quanto tempo consigo digitar com um dedo só (normalmente são dois...hehehe...).
Bom, começando do começo...
A chegada do namorado (que acabou virando ex), a viagem a Porto de Pedras pra visitar o João e o Lula e os altos e baixos de um relacionamento agonizante deram início a esse longo afastamento que, apesar de tudo, não deixou de ser produtivo. Aos pouquinhos vou mostrando aqui o que foi produzido nesse período.
Depois da partida do "namorado", há exatos 17 dias, correr pra dar conta de pôr a casa e a vida em dia.
Escrever é bem mais fácil e rápido do que a vida real! Nesse meio tempo veio a notícia de uma eminente mudança (providencialmente protelada para início do ano que vem); o carro foi batido pelo caçula (graças a Deus, sem vítimas!); dois processos que há muito tempo aguardavam respostas da prefeitura e tiveram que ser solucionados às pressas; a netinha que veio passar uns dias com a vovó enquanto papai e mamãe têm merecidas férias; terminar de fazer o meu presente de amigo oculto e, pra completar, levei um tombo que resultou em uma "fissura" no ombro e duas semanas com o braço na tipóia...
Enfim, vamos acreditar que, como já dizia Fernando Sabino, "No fim tudocerto, e se não deu certo é porque ainda não chegou ao fim..."

Só pra ilustrar esta minha volta turbulenta, a nossa árvore de Natal que, como esse blog, tem de tudo um pouco.
Já quis mudar mas a Emília protestou logo! Afinal, "essa é a árvore mais divertida de todas"! 





domingo, 19 de agosto de 2012

Uma coisa puxa outra...

Uma vez, conversando com minha mãe, falávamos de como coincidências acontecem...
Feijoada não é um prato que se faça todo dia, nem frango ao molho pardo, bobó de camarão...
Pois, quando você resolve fazer uma dessas "estripulias", sempre tem alguma pessoa próxima de você que resolve fazer a mesma coisa. Entre minha mãe e eu, isso sempre acontece!
Ontem, passeando por meus blogs favoritos, criando coragem pra retomar meus "post", vi que dois deles publicaram receitas de Julia Child:  
E olha que foram publicados em dois cantos diferentes do mundo!
Aproveitando o gancho (ou o recado), lembrei-me que preciso acabar de ler o livro da Julie Powell, Julie & Julia, baseado em seu blog e que deu origem ao filme de mesmo nome, com a excelente Meryl Streep.
Entre tantas outras coisinhas que tenho que fazer e terminar, é um bom lugar pra recomeçar...


quinta-feira, 3 de maio de 2012

Estou de volta!

Depois de quase um mes ausente, retomando aos poucos a vida, o trabalho (acumulado!), a rotina (quem disse que tem lugar pra rotina em minha vida?).
Férias na França é comilança na certa!
Afinal, a cozinha francesa não foi até classificada como patrimônio mundial pela UNESCO?
Só pra começar, uma pequena amostra dessa cozinha maravilhosa!

Paté maison au foie gras et aux truffes

Glaces
Salade



Confit de canard et legumes

Pounti




Salade avec saumon fumé


Fromages




Foie gras de canard
Gateau au chocolat et crème anglaise

Omelette aux champignos de Mars


Boeuf Bourguignon

Foie gras de canard

Saumon fumé
Souflé caramel glace


Brochette de boeuf

Confit de canard

sábado, 24 de março de 2012

quarta-feira, 14 de março de 2012

Passeando pela web...

Sabe aquelas fotos que a gente tira dentro de cabines (onde todo mundo faz caretas!) e que ficam prontas na hora?
Você já pode fazê-las sem sair de casa.
Vá ao site Photoboother, escolha as fotos que quiser em seu computador e divirta-se!
Você pode, por exemplo, fazer marca páginas divertidos para oferecer aos seus amigos...
Veja idéias divertidas no blog  http://photobootherblog.blogspot.com/

 




PS. Pra trabalhar a foto, como eu fiz no último exemplo, vá ao site Photobucket e continue a diversão...

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Aniversário!

O blog fez um ano dia 5 e nem me dei conta!
Ando meio afastada, mas tô voltando, prometo!
O ano começou agitado: meu caçula, em Veneza - chique demais, não? Mais chique ainda porque foi por esforço próprio, por mérito e contando com a ajuda especial de um "anjo-da-guarda", na figura de uma professora de quem ele gosta muito! Obrigada, Maria do Céu!
Contas pra pagar, carro na oficina, projetos pra terminar, férias da minha chefe, um check up depois de uma bronca da Lídia e o ano tá voando mais rápido do que meu pensamento!
Mas, como diz a canção, tô voltando!




sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Homens de verdade!

Passeando pelo facebook, vi esta foto compartilhada no mural de um amigo.
Por concordar com o que está escrito e, também, por acreditar que Homens de verdade existem, resolvi compartilhá-la também aqui.
E lembrei-me de uma amiga, um pouco acima do peso, que um dia me disse: "na horizontal todas nós somos iguais!"
E do que me disse uma vez, um amigo, um motorista com quem trabalhei por um tempo (em uma de minhas melhores experiências profissionais, com os trabalhadores adolescentes da ASSPROM).
Esse senhor, de quem guardo boas lembranças e as sábias palavras, disse que " o problema da maioria dos relacionamentos modernos é que começam na horizontal. Os relacionamentos antigos, mais sólidos e duradouros, começavam sempre na vertical, com um querendo conhecer verdadeiramente o outro."


quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

No frigir dos ovos

Recebi por e-mail, este texto anônimo.
Fiz algumas pesquisas e só encontrei como autor, Guaraci Neves. Não sei se procede, pois não encontrei outra referência a essa pessoa, mas acho que vale dividir com vocês, deixando claro que, pelo menos, eu não sou a autora!!!!

"Alguém sabe me explicar, num português claro e direto, sem figuras de  linguagem, o que quer dizer a expressão “no frigir dos ovos”?
Quando comecei, pensava que escrever sobre comida, seria sopa no mel, mamão com açúcar. Só que depois de um certo tempo dá crepe, você percebe que comeu gato por lebre e acaba ficando com uma batata quente nas mãos.
Como rapadura é doce mas não é mole, nem sempre você tem idéias e pra descascar esse abacaxi só metendo a mão na massa.
E não adianta chorar as pitangas ou, simplesmente, mandar tudo às favas.
Já que é pelo estômago que se conquista o leitor, o negócio é ir comendo o mingau pelas beiradas, cozinhando em banho-maria, porque é de grão em grão que a galinha enche o papo.
Contudo é preciso tomar cuidado para não azedar, passar do ponto, encher linguiça demais. Além disso, deve-se ter consciência de que é necessário comer o pão que o diabo amassou para vender o seu peixe. Afinal não se faz uma boa omelete sem antes quebrar os ovos.
Há quem pense que escrever é como tirar doce da boca de criança e vai com muita sede ao pote.
Mas como o apressado come cru, essa gente acaba falando muita abobrinha; são escritores de meia tigela, trocam alhos por bugalhos e confundem Carolina de Sá Leitão com caçarolinha de assar leitão.
Há também aqueles que são arroz de festa, com a faca e o queijo nas mãos, eles se perdem em devaneios (piram na batatinha, viajam na maionese…etc.). Achando que beleza não põe mesa, pisam no tomate, enfiam o pé na jaca, e no fim quem paga o pato é o leitor que sai com cara de quem comeu e não gostou.
O importante é não cuspir no prato em que se come, pois quem lê não é tudo farinha do mesmo saco. Diversificar é a melhor receita para engrossar o caldo e oferecer um texto de se comer com os olhos, literalmente.
Por outro lado se você tiver os olhos maiores que a barriga o negócio desanda e vira um verdadeiro angu de caroço. Aí, não adianta chorar sobre o leite derramado porque ninguém vai colocar uma azeitona na sua empadinha, não. O pepino é só seu, e o máximo que você vai ganhar é uma banana, afinal pimenta nos olhos dos outros é refresco…
A carne é fraca, eu sei. Às vezes dá vontade de largar tudo e ir plantar batatas. Mas quem não arrisca não petisca, e depois quando se junta a fome com a vontade de comer as coisas mudam da água pro vinho.
Se embananar, de vez em quando, é normal, o importante é não desistir mesmo quando o caldo entornar. Puxe a brasa pra sua sardinha, que no frigir dos ovos a conversa chega na cozinha e fica de se comer rezando. Daí, com água na boca, é só saborear, porque o que não mata engorda."

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