domingo, 29 de setembro de 2013

Dominique

Ma petite soeur!
Cheia de vida, cheia de histórias (nem sempre alegres), cheia de surpresas!
Nós nos conhecemos quando em sua primeira visita ao Brasil um acidente gravíssimo deixou-a ferida e viúva.
A francesinha perdida no hospital, impossibilitada de andar, longe de qualquer pessoa conhecida, põe-se a falar em todas as línguas que sabe (ainda não falava o português como hoje!) na tentativa de se comunicar, se fazer entender, falar de suas dores... Um médico caído do céu, meu ex marido... Daí o convite pra ir vê-la, conversar um pouco e o início de uma grande amizade! 
Longo período sem nos ver, nos comunicar, a certeza de que não voltaria mais ao Brasil! 
Mas, a semente da amizade estava plantada e, graças à internet, ao telefone, o mundo ficou menor, bem pequenininho mesmo! Tão pequeno que o "ali, de mineiro" já virou ali de todo mundo!
Nos reencontramos, ela voltou ao Brasil, e volta sempre! Já faz parte de sua rota de "Chef de cabine" da Air France! E fala português! E já sabe que "Maria das pernas longas" só é chuva no seu livrinho de "portugais facile"!(?)
De novo, a morte trágica lhe rouba o segundo marido!
Mas ela, não se entrega nunca, não perde o bom humor, busca nos pequenos prazeres, sua alegria de viver! 
E é esta alegria de viver, que encanta a todos, que lhe traz o terceiro casamento. Desta vez, pra ser feliz pra sempre! Você merece, minha irmãzinha! 
Seja feliz pra sempre! E nos faça sempre felizes!



sábado, 28 de setembro de 2013

De repente 60?


Não! Felizmente, não!
Cada ano vivido, serviu para que eu possa ter a experiência que tenho hoje. 
Como uma fênix já renasci das cinzas muitas vezes e como uma borboleta, já explodi em côres outras tantas.
Tive filhos que me motivam, todos os dias, a querer ser uma pessoa melhor. E que seguem sendo o melhor de mim, o meu orgulho maior! E com eles a família cresce em alegrias e amor. E aos sessenta, esse amor aflora no cuidado e descoberta dos netos.
Conheço a razão para cada fio de cabelo branco!
Conheço a sensação, de alegria ou de tristeza, que ficou escondida bem no fundo de cada ruga!
Dos guisadinhos no quintal de casa, veio o gosto pela culinária.
Da primeira professora, o incentivo e a curiosidade que me fizeram arquiteta.
Sou da época da tabuada, já tive medo do Fortran e hoje, depois que descobri que a tecla "voltar" vale mais que dez aulas, mesmo que não conheça tudo de informática, sei que posso errar e corrigir e, com isso, aprender! Sei que posso sempre ir além.
Na vida, não temos a mesma teclinha mágica mas, pra cada erro, temos um recomeço, uma nova tentativa, várias caminhos pra se chegar ao mesmo lugar, ou a lugar nenhum, porque o importante é caminhar, seguir em frente. E tentar, tentar de novo, de novo e de novo! 
E aos sessenta, saber que a vida é isso - descupem o trocadilho, morrer tentando!



domingo, 19 de maio de 2013

E porque uma coisa sempre puxa outra...

A netinha também vai ter seu banquinho novo! Melhor dizendo, renovado!
Pintura nova e decoupage com tecido! Simples assim!










sábado, 18 de maio de 2013

Minha casa dá um livro!

Não sei se algum dia vou chegar em uma loja e comprar um móvel só porque precisei, ou quis comprar!
Aqui em casa, cada móvel tem uma história pra contar! Pra "eu" contar, é claro!
A mesa que estava escondida no brechó, o sofá que herdei da amiga mais perua que alguém possa ter! Ela é tão perua que nem se incomodava quando eu a chamava assim! Até gostava! (Faz um bom tempo que não a vejo).
Isso tudo só pra contar a história desse banquinho que resolvi fazer renascer, quase das cinzas.
O banquinho veio de brinde com a casa em que estou morando agora. Mas, foi há muito tempo, quando compramos a casa. Era o banquinho do sr. Schmidt, o alemão que contava com orgulho, cada detalhe da construção da casa. Era seu companheiro de trabalho, onde guardava as ferramentas com as quais fez, à mão, o corrimão da escada, por exemplo.
Logo morri de amores! Pelo banquinho e pelas histórias. Ele ganhou pintura nova, um assento acolchoado e passou a guardar "minhas" ferramentas: esquadros, compasso, transferidores, bailarinas e canetinhas. Coisas de arquiteto de antigamente, quando a gente nem sonhava com o Autocad e ficava feliz quando encontrava uma caneta Graphos, ainda mais antiga do que eu!
Eu me separei, me mudei de casa duas vezes, deixei móveis pra trás, mas o banquinho foi junto! Foi atacado por cupins, abandonado, esquecido em um canto qualquer de um quartinho de despejo.
Agora que voltei pra casa, ele voltou comigo e, nem sei bem porque, veio a vontade de dar-lhe uma cara nova, dar-lhe um lugar de destaque na casa que foi dele, muito antes de ser minha.
Um tratamento anti- cupins, o preenchimento dos buracos já visíves na estrutura, pintura nova, novo revestimento para o assento e, aí está ele!
Esperando pacientemente pra ver o que vai guardar desta vez...







segunda-feira, 13 de maio de 2013

Torta de ricota com goiabada

Para o dia das mães uma torta com sabor de Minas Gerais...
Peguei a receita no facebook, mas acabei mudando o jeito de fazer, a quantidade de goiabada, como sempre!
E acho que deu certo (vendo o que sobrou depois de ter triplicado a receita)!

Ingredientes
300g de goiabada;
300 gramas de ricota;
1 lata de leite condensado;
2 pacotes de biscoito Maizena ou Maria, de boa qualidade;
3 colheres (de sopa) de manteiga.

Modo de fazer
Triture os biscoitos no liquidificador, despeje em uma vasilha e junte a manteiga, em temperatura ambiente. Amasse bem, coloque em uma assadeira de fundo falso, apertando bem a massa até cobrir o fundo e as laterais.
Leve ao forno aquecido (180 graus) por, no máximo, 5 minutos. Reserve.
Bata a ricota e o leite condensado no liquidificador, mistura raspas de 1 limão e despeje sobre a massa. Leve novamente ao forno por aproximadamente 20 minutos. Retire do forno antes de corar.
Enquanto isso, leve a goiabada ao fogo, com meio copo de água, até que ela se dissolva completamente.
Despeje sobre a torta e leve à geladeira até a hora de servir.
Sirva com chantilly.


domingo, 12 de maio de 2013

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Canjica

Friozinho chegando, a gente começa a pensar em sopa, chocolate quente, uma noite de queijos e vinhos e, é claro, nas festas juninas.
Como aqui em casa o frio chega mais cedo, o desfile de comidas quentinhas já começou com tudo!
Ontem foi dia de canjica.
Pela primeira vez, usei milho amarelo mas, asseguro, fica tão boa quanto a com milho branco.
Como gosto muito, fui pegando uma dica aqui, outra ali e cheguei à minha receita:

Ingredientes
1/2 quilo de milho para canjica;
3 litros de leite;
2 vidros de leite de côco;
1 lata de doce de leite (800 gramas);
Amendoim torrado e moído, a gosto;
Canela em pau, a gosto.

Modo de fazer
Lave bem o milho e deixe de molho na água por, pelo menos, 2 horas.
Ponha para cozinhar, com alguns paus de canela, em panela de pressão.
Quando estiver bem cozido, junte o leite, o leite de côco e o doce de leite e deixe ferver até o caldo engrossar um pouco. Acrescente o amendoim torrado e sirva quentinha!

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